Em um vídeo chocante divulgado nas redes sociais nesta semana, o grupo 'Sisters of Perpetual Indulgence' (Irmãs da Indulgência Perpétua) protagonizou mais um ato de escárnio contra a Igreja Católica. A cena, ocorrida durante a parada do orgulho LGBTQ em West Hollywood, mostra a 'Irmã Shroomy', um homem barbado vestido de freira, ajoelhado no meio da rua enquanto 'Mãe Vida Vegana' substitui seu véu branco por um preto, supostamente marcando o fim de um período de 'noviciado' de dois anos.
Durante a cerimônia falsa e obscena, 'Mãe Vida Vegana' 'abençoa' a drag queen ajoelhada com um dildo vermelho representando a doença de Peyronie (pênis deformado), fazendo o sinal da cruz blasfemo e substituindo as palavras 'Pai, Filho e Espírito Santo' por 'norte, sul, leste e oeste'. O ato atinge um nível ainda mais baixo de depravação quando o dildo é empurrado para dentro da boca aberta da 'freira' ajoelhada.
Uma legenda na postagem no Instagram explica: 'Após um período de noviciado de dois anos, a Irmã Shroomy do Holey Mycelium deu o mergulho e se tornou um membro de véu preto (oficial) das Irmãs da Indulgência Perpétua de Los Angeles. A velação da Irmã Shroomy ocorreu no 30º aniversário da participação das Irmãs na Parada do Orgulho de West Hollywood. 7 de junho de 2026.'
As 'Sisters of Perpetual Indulgence' são conhecidas por seu ativismo anticatólico e já foram fonte de controvérsia por décadas. Há mais de dez anos, estiveram no centro de comícios de apoio ao 'casamento' homossexual. Em 2023, foram homenageadas pelo time de beisebol Los Angeles Dodgers por supostamente promoverem o uso de preservativos, atividades de costura e esforços modestos de arrecadação de fundos no combate à AIDS.
O vídeo, que a LifeSiteNews editou para encurtar e desfocar as partes mais ofensivas, gerou indignação entre católicos e defensores da liberdade religiosa. Muitos veem o ato como uma agressão deliberada à fé católica, especialmente durante o mês de junho, dedicado ao Sagrado Coração de Jesus e à promoção de valores familiares.
O incidente ocorre em meio a um crescente movimento de grupos LGBTQ que visam ridicularizar símbolos e práticas religiosas, levantando questões sobre os limites da liberdade de expressão e o respeito à crença alheia. Enquanto isso, a arquidiocese de Los Angeles ainda não se pronunciou oficialmente sobre o caso.
