Sacrilégio em Ligny-en-Barrois: Igreja exibe jogo da Copa e canta Marselhesa
3 de julho de 2026 às 07:30
No dia 26 de junho de 2026, a igreja de Nossa Senhora das Virtudes, em Ligny-en-Barrois, França, foi transformada em uma arena de futebol para a transmissão do jogo França vs. Noruega, com cânticos do hino nacional francês, de origem maçônica e anticlerical, gerando indignação entre os fiéis.
Ocorreu uma transmissão do jogo da Copa do Mundo entre França e Noruega (que a primeira venceu por 4 a 1) em plena nave da igreja de Nossa Senhora das Virtudes de Ligny-en-Barrois (região histórica de Lorena, França) no passado dia 26 de junho. Trata-se de uma preciosa igreja gótico-renascentista do século XVI, com maravilhosos vitrais e uma imagem de Nossa Senhora muito venerada na região.
A iniciativa de ver o jogo na igreja foi aprovada pelo seu pároco, o presbítero Mickaël-Joseph Fleury (instalado em 18 de junho de 2006), em colaboração com a prefeitura (chefiada pelo prefeito Jean-Michel Guyot, do partido "centro-direitista" União dos Democratas e Independentes). Cerca de 80 pessoas acompanharam o jogo dentro do templo.
O motivo alegado pelos organizadores foi oferecer aos moradores um espaço fresco e seguro durante a canícula estival. O templo, por ser um edifício que cumpre as normas de segurança para a presença de público, foi escolhido como solução depois que as altas temperaturas e a recusa da prefeitura em autorizar uma "fan zone" ao ar livre e a indisponibilidade do Salão das Anunciadas obrigaram a buscar um local alternativo. Para isso, foi colocada uma tela gigante em frente à mesa. O ambiente, em geral, foi o próprio de um evento esportivo, com comida e bebida, vivas e aplausos, que resultaram muito chocantes dentro de uma igreja.
Durante a transmissão do jogo, além disso, cantou-se dentro do templo "A Marselhesa", o hino nacional francês, cuja origem é marcadamente maçônica e anticlerical. A paróquia de Ligny-en-Barrois pertence à diocese de Verdun.
Após a publicação da transmissão do jogo pelo Tribunne Chrétienne e pelas redes sociais, o bispo local, Joseph-Marie-Édouard de Metz-Noblat e Charlery de La Masselière (instalado presbítero em 28 de maio de 1987, e bispo em 16 de março de 2014 por Thierry Romain Camille Jordan Roquebert) publicou no canal do YouTube da diocese um vídeo de mais de três minutos onde basicamente disse que "não havia nada de ofensivo" em tal proceder, que "não houve profanação ao Santíssimo Sacramento" (que de todo modo NÃO TÊM) porque o retiraram, e o templo voltou ao culto na manhã seguinte. Inclusive ousou justificá-lo desta maneira tão peregrina: "Sem dúvida houve alguns gritos, uma canção de celebração e alguns aplausos, como acontece quando se celebra um concerto numa igreja ou quando se realiza uma exposição numa igreja.
"Algumas pessoas me disseram: 'Mas uma igreja é um lugar de oração'. Atrevo-me a esperar que, por estarem na igreja, um número de pessoas foram capazes de orar pelo sucesso do seu time favorito. Também atrevo-me a esperar que, ao entrar numa igreja, alguns deles tenham descoberto um lugar onde talvez nunca antes tenham posto o pé."
E, por suposto, dando mostra de sinodalidade e escuta fraterna, a diocese desabilitou a opção de comentários no vídeo.
Publicado por Miles Christi resístens em 21:52. Etiquetas: Apostasia na Igreja, Corrupção Moral, O mundo está louco, França, Meios de Alienação Massiva, Notícias, Sacrilégio.
Um comentário: O poni albinegro, 3 de julho de 2026 às 9:04: "É que fazia calor" é a pior desculpa que já ouvi para profanar uma igreja.