O escândalo ocorreu em 23 de maio de 2026, quando o padre Richard Storey Byrne, instalado em 29 de maio de 2004, foi detido, fichado e acusado de furto qualificado de 160 mil dólares americanos da coleta e da caixa de esmolas de sua antiga paróquia Santo Cura de Ars, em Leawood, Arquidiocese de Kansas City, Kansas.
Storey, filho dos falecidos John Conway Storey e Mildred Louise "Mickey" Byrne, enfrenta até quatro anos de prisão estadual. Informações parciais para este comentário foram obtidas do National Catholic Register.
Católicos tradicionalistas lembram que Storey já havia sido afastado de seu cargo em meio a uma investigação criminal relacionada a outro adulto em 2022. O arcebispo William Shawn McKnight O'Reilly não comentou a declaração policial sobre um cúmplice, embora tenha tido a responsabilidade de realizar uma auditoria que descobriu o roubo.
O Grande Holocausto Sexual e a malversação de fundos na Igreja conciliar continuam imparáveis sob o falso Papa Leão XIV Riggitano-Prévost, apesar de a Igreja Sinodal tentar, principalmente pelo silêncio, enganar o público fazendo crer que o problema acabou. Mas não: a cada dia se perpetra um novo crime sexual ou desvio de dinheiro por parte de bispos, presbíteros, diáconos ou religiosos neoigrejianos.
Diante de mais este escândalo, cabe perguntar: o que diria o santo Cura de Ars, São João Maria Vianney, sobre tamanho crime? A paróquia que levava seu nome foi manchada por um pastor que traiu a confiança dos fiéis e dos pobres, desviando recursos sagrados para benefício próprio.
A arquidiocese de Kansas City, já abalada por outros casos de má conduta, agora enfrenta mais um capítulo de sua crise moral. Enquanto isso, os católicos fiéis à Tradição observam com tristeza a degeneração contínua da hierarquia conciliar, que insiste em encobrir e minimizar tais delitos.
📷 Foto: Tima Miroshnichenko via Pexels — Black and white image of a handcuffed person holding bundles of US dollars.
