Em uma decisão histórica anunciada no dia 8 de junho de 2026, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos eliminou 180 códigos religiosos de seu banco de dados oficial, que eram utilizados para identificar crenças de militares e civis. A medida, amplamente elogiada por grupos conservadores e católicos tradicionais, visa remover categorias que promovem visões de mundo contrárias à fé cristã e aos valores ocidentais.
Entre os códigos suprimidos estão 'pagão', 'Nova Era', 'ateu', 'agnóstico', 'satanista', 'wicca' e 'humanismo secular'. O Pentágono justificou a ação como parte de uma revisão mais ampla para garantir que as designações religiosas reflitam 'crenças religiosas reconhecidas e tradicionais', em vez de ideologias modernas e frequentemente anticristãs.
A decisão ocorre após anos de pressão de grupos de defesa da liberdade religiosa e de parlamentares republicanos, que argumentavam que a inclusão de tais códigos equivalia a um reconhecimento oficial de práticas contrárias à herança judaico-cristã dos Estados Unidos. O senador Josh Hawley, do Missouri, declarou: 'O Pentágono não deveria dar legitimidade a cultos pagãos ou ideologias ateístas que minam a fé e a moral de nossas tropas.'
Críticos da medida, no entanto, acusam o governo de violar a liberdade religiosa e de impor uma visão religiosa específica. A União Americana pelas Liberdades Civis (ACLU) prometeu processar o Departamento de Defesa, alegando que a exclusão de ateus e agnósticos discrimina milhões de militares que não professam nenhuma fé.
O Pentágono, por sua vez, afirmou que os militares que se identificavam com os códigos removidos ainda poderão registrar suas crenças em campos de texto livre, mas não terão mais uma categoria oficial. A medida também inclui a remoção de códigos como 'budista secular' e 'espiritualista', que foram considerados vagos ou não religiosos.
A decisão é vista como uma vitória para o movimento conservador dentro das Forças Armadas, que há muito denuncia a infiltração de ideologias 'woke' no ambiente militar. O secretário de Defesa, Pete Hegseth, conhecido por suas posições tradicionais, afirmou que a mudança 'restaura o foco no que realmente importa: a defesa da nação sob Deus'.
Especialistas em direito religioso apontam que a medida pode ter implicações legais, mas destacam que o governo tem ampla discricionariedade para definir categorias administrativas. Enquanto isso, organizações católicas tradicionais, como a CatholicVote, elogiaram a ação, chamando-a de 'um passo corajoso para livrar o Pentágono de influências anticristãs'.
A lista completa de códigos removidos inclui 180 entradas, abrangendo desde 'adorador da natureza' até 'satanista teísta'. O Pentágono prometeu publicar a lista revisada em seu site oficial nos próximos dias, enquanto o debate sobre os limites da liberdade religiosa no serviço militar continua acirrado.
Pentágono elimina 180 códigos religiosos 'woke', incluindo 'pagão', 'Nova Era' e 'ateu'
8 de junho de 2026 às 16:26

O Pentágono removeu 180 códigos religiosos considerados 'woke' de seu sistema de identificação religiosa, incluindo categorias como 'pagão', 'Nova Era' e 'ateu', em um movimento para alinhar as Forças Armadas dos EUA com valores tradicionais e combater a influência de ideologias progressistas no ambiente militar.